Risos preenchiam o ar, a felicidade dominava naquele vale. Seres místicos que os humanos juravam jamais existir dançavam harmoniosamente a sua valsa da sorte. No centro, abençoada pelos vários dons primordiais que ali existiam, encontrava-se o mais esplendoroso dos seres. As suas asas eram o mágico arco-íris que rompia o céu cada que vez que Chuva e Sol se cruzavam, sua pele branca como a neve e macia como a seda que mulheres normais teciam a mão, seus lábios encarnados como o sangue escoado nos campos de batalha, seus olhos azuis como o paraíso que resplandecia durante a noite com as suas próprias estrelas, os seus cabelos castanhos como a terra que seus pés desnudos tocavam e os seus gestos eram a ventania que o vento fazia, tão graciosos como tal. Ela era a esperança daquela espécie. Ela era o ser abençoado para trazer glória, paz, justiça e reconhecimento ao seu povo.
minha little B. escreve tão lindamente. *-*
ResponderEliminar